• Conhecendo Belém: Os mais belos pontos turísticos da terrinha.

Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré

Conhecendo Belém: Os mais belos pontos turísticos da terrinha.
A história de fundação da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré tem um significado especial para o povo paraense. Para os católicos mais fervorosos, o local foi escolhido por intervenção divina para sediar uma igreja. Reza a lenda do “milagre do retorno” que por volta de 1700 o caboclo Plácido encontrou a imagem de Nossa Senhora de Nazaré no igarapé Murucutu e toda vez que a levava para casa, misteriosamente, a imagem da Virgem de Nazaré retornava ao local onde havia sido achada, o que levou os nativos da época a acreditarem que esse era um sinal de que a vontade da própria santa era ter seu nicho e igreja construídos ali. E assim, a partir da construção de uma igreja que servira de templo para a pequena imagem, Nossa Senhora de Nazaré se tornou a padroeira dos paraenses.De estilo neoclássico e eclético, a Basílica foi projetada pelos arquitetos italianos Gino Coppedé e Giuseppe Predasso. Antes de receber o título basilical pelo papa Pio XI, em 1923, já havia passado por diversas reformas e ampliações desde sua primeira inauguração, em 1881. Atualmente, a Basílica de Nazaré e a praça contígua a igreja são o ponto de chegada da maior procissão do Estado: o Círio de Nazaré.

Catedral Metropolitana (Igreja da Sé)

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A Catedral Metropolitana ou simplesmente “Igreja da Sé” é a mais antiga de Belém. Os registros de sua construção datam de 1749. Originou-se de uma humilde capela coberta de palha, fundada inicialmente no interior do Forte do Castelo, durante os primeiros anos de colonização da cidade. Guarda uma arquitetura neoclássica e barroco-colonial impressa após uma intervenção feita pelo arquiteto europeu Antonio Landi, em 1755, e ponto de partida da maior procissão católica do Norte do País, do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, que acontece há mais de dois séculos, sempre no segundo domingo de outubro.

Igreja de Santo Alexandre (Museu de Arte Sacra)

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A igreja de Santo Alexandre, que integra do Complexo Feliz Lusitânia, foi a sede da Companhia de Jesus em Belém do Pará durante o período colonial. A igreja atual foi concluída em 1719, como uma sucessão de outras anteriores, que passaram por modificações e reestruturações. Desde seus primórdios, divide espaço com um colégio jesuíta, que além de já ter armazenado em sua biblioteca mais de dois mil livros e escritos antigos, funcionou também como uma oficina de esculturas para indígenas catequizados.Hoje, o conjunto arquitetônico do colégio e da igreja foram transformados no Museu de Arte Sacra do Pará. O espaço conta com centenas de peças sacras em pintura, talha, gesso, prataria e outros objetos litúrgicos deixados pelos jesuítas. A igreja ainda funciona, sendo inclusive palco de concertos musicais, apresentações de teatro e outros eventos além de programações católicas. Em 1980, a igreja inclusive hospedou o papa João Paulo II quando visitou a cidade de Belém.

Estação das Docas

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Desde 2000, o antigo porto fluvial de Belém deu lugar a um dos espaços mais representativos do Pará: a Estação das Docas. Resultado de um cuidadoso trabalho de restauração do porto fluvial da capital paraense, o projeto deu origem aos boulevares que hoje abrigam espaços culturais e de lazer que são referência nacional. Os três armazéns de ferro inglês são uma mostra da arquitetura característica da segunda metade do século XIX. Datados do século XX, os guindastes externos, que são a marca registrada do complexo turístico, vieram dos Estados Unidos.O complexo turístico oferece em um só lugar opções de gastronomia, moda, lazer e eventos, com conforto e segurança. Localizada na orla da Baía do Guajará, a área de 500 metros de extensão voltados para o rio comporta três armazéns, distribuídos em 32 mil metros quadrados, e um terminal para embarque e desembarque de passageiros.Serviço: Estação das Docas 
Segundas e terças – 10 à meia noite/ Quartas – 10h a 1h/ Quintas e sextas – 10h às 3h/ Sábados – 10h às 3h/ Domingos – 10h à meia noite 
Tel: (91) 3212-5660 e 3212-5615
Site: www.estacaodasdocas.com.br

Museu Histórico do Estado do Pará (Palácio Lauro Sodré)

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Com traços neoclássicos desenhados pelo arquiteto bolonhês Antônio Landi, o museu guarda relíquias únicas de períodos que formaram a identidade do povo cabano. Desde o Brasil colônia, passando pelo Império e até a formação da República, os corredores, salões e jardins do MEP contam como o Pará foi formado. São armas, móveis, pinturas, porcelanas, fotografias, acessórios: partes de um rico acervo que merecia ser tocado por todos. Em seus cômodos habitam registros das marcas do Estado: é uma joia da capital, palco de episódios cruciais para esta terra. Como um presente diário, as portas seculares do MEP estão abertas a quem quiser recordar o cenário que abrigou os rumos da Cidade das Mangueiras.
Serviço:
Aberto ao público de terça a sexta feira, das 10h às 18h. Sábados, domingo e feriados, fica disponível das 9h às 13h.
Tel: (91) 4009-8801

Mangal das Garças

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O Parque Zoobotânico Mangal das Garças é resultado da revitalização de uma área de cerca de 40 mil metros quadrados localizada à margem do rio Guamá. O que antes era uma área alagada transformou-se em um dos mais belos recanto de Belém. A transformação foi cuidadosa. O pré-requisito era o aproveitamento máximo das condições paisagísticas da área. A ideia, representar as diferentes macrorregiões florísticas do Pará: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos, com sua fauna.Com lagos, aves, vegetação típica, equipamentos de lazer, restaurantes, vistas espetaculares da cidade e do rio, o Mangal das Garças logo se tornou um dos pontos turísticos mais elogiados de Belém.Serviço:
O parque funciona diariamente das 09h às 18h, exceto na segunda-feira, quando permanece fechado para manutenção. Os portões do parque são abertos a partir das 7h para quem gosta de caminhar e contemplar a natureza única da Amazônia.
Tel: (91) 3242-5052
Site: www.mangalpa.com.br

Forte do Presépio

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O Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém, popularmente conhecido como Forte do Presépio, marca o início da colonização do estado. Bem preservado, revela ao visitante a preocupação portuguesa, à época, com a manutenção do domínio sobre a região. No local, em janeiro de 1616, uma expedição comandada pelo português Francisco Caldeira de Castelo Branco chegou à Amazônia e fundou a capital paraense, hoje considerada a metrópole da Amazônia.É um dos pontos turísticos mais procurados da cidade, por sua localização privilegiada, sua paisagem e sua importância histórica. Além disso, integra o complexo arquitetônico e religioso da Cidade Velha, a Feliz Lusitânia, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Serviço:
De terça-feira a sexta-feira – 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados – 10h às 14h. É preciso pagar uma taxa de R$ 2,00 para visitar a área interna do espaço. Crianças menores de sete anos, idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência e grupos agendados e escolares não pagam o ingresso.
Tel: (91) 4009-8826

Museu do Círio

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Outro espaço importante de Belém é o Museu do Círio. O espaço, localizado no centro histórico da cidade de Belém, conta com curiosidades e histórias de devoção à Nossa Senhora de Nazaré, padroreira dos paraenses. O acervo do museu é composto por 1.500 peças, minuciosamente catalogadas e disponibilizadas à visitação pública.O Museu do Círio foi criado no dia 9 de outubro de 1986, em um terreno localizado ao lado da Basílica de Nazaré, mas desde dezembro de 2002 foi transferido para o Complexo Feliz Lusitânia, no bairro da Cidade Velha, para integrar o Sistema Integrado de Museus. O rico acervo documental retrata a história da devoção popular em torno da celebração do Círio, evento que foi intitulado Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro em 2004.

Serviço:
Funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, ao longo de todo ano. Ingressos: R$ 2, sendo que às terças-feiras a entrada é gratuita. 
Tel: (91) 4009-8819 e 4009-8842.

Theatro da Paz

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Um imponente prédio datado do século 19 com uma arquitetura neoclássica detalhada em bronze, estátuas, madeira de lei e muito luxo no seu design não costuma passar despercebido pelo centro de uma cidade. Fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica.

Conta a história que Belém foi considerada “A Capital da Borracha”, mas, apesar desse progresso a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, inspirada na elegante sociedade francesa, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães que dá início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scalla de Milão, na Itália.

Com capacidade para 850 pessoas, o teatro conta com uma das melhores acústicas do país e as pessoas nem imaginam o porquê. Embaixo de um palco, com um pouco mais de 172 metros, existe uma piscina com 37 mil litros de água. Inicialmente, a ideia de colocar a água armazenada no porão era apenas para ser usada em caso de necessidade, porém acabaram percebendo que o feito havia trazido outras consequências ao teatro, como a qualidade do áudio. “Outros fatores também justificam esta acústica como: não ter galerias, as cadeiras serem feitas de madeira, tem o fato do teatro ser feito 80% de madeira e, claro, tem também os mistérios que cercam os grandes teatros”, explica Gilberto Chaves, diretor artístico do teatro.

Palacete das Onze Janelas

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O Palacete das Onze Janelas foi construída no século XVIII como residência de Domingos da Costa Bacelar, proprietário de engenho de açúcar. Em 1768, a casa foi adquirida pelo governo do Grão-Pará para abrigar o Hospital Real. O projeto de adaptação é do arquiteto italiano Antônio José Landi. O hospital funcionou até 1870 e depois a casa passou a ter várias funções militares.

O prédio em dois pisos tem na fachada principal onze aberturas dispostas simetricamente, janelas e portas janelas.
A área que envolve a Casa das Onze Janelas possui um conjunto de equipamentos culturais, como o Jardim de Esculturas, o Navio Corveta e o palco, que se projeta sobre a baía. Da área da Casa aprecia-se ainda uma bela vista da Baía do Guajará e do Mercado do Ver-o-peso.
O edifício é parte do conjunto arquitetônico e paisagístico denominado Feliz Lusitânia.

Museu Emílio Goeldi

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O Museu Goeldi possui três bases físicas: o Parque Zoobotânico, o Campus de Pesquisa e a Estação Científica Ferreira Penna (ECFPn), base avançada na Floresta Nacional de Caxiuanã, ao sul do Marajó, a 450 quilômetros de Belém.

Criado em 1895, o Parque Zoobotânico tem 5,4 hectares de área e reúne um expressivo conjunto de monumentos e prédios do século XIX e início do século XX, além de centenas de espécies animais e vegetais. O Parque também abriga o Aquário Jacques Huber, o mais antigo do Brasil (1911); o Pavilhão Domingos Soares Ferreira Penna (1879), conhecido como Rocinha, onde são mantidas exposições temporárias e de longa duração; o Centro de Exposições Eduardo Galvão e a Biblioteca de Ciências Clara Maria Galvão (1899).

As coleções científicas do Museu Goeldi, localizadas no Campus de Pesquisa, somam mais de 4,5 milhões de itens tombados, constituindo-se em uma das mais relevantes fontes de informação para estudos da biodiversidade e das sociedades humanas da Amazônia. Existem 20 coleções nas áreas de botânica, zoologia, arqueologia, etnografia, linguística, paleontologia, minerais e rochas, além de grande acervo bibliográfico e arquivístico. Parte das coleções de arqueologia e etnografia é tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Serviço:
O Parque Zoobotânico  funciona de Quarta a Domingo das 9h às 17h com adequações conforme feriados e datas comemorativas. As segundas e terças são reservadas para atividades de limpeza e conservação do Parque.
Bilheteria: das 9h às 16:30hO Pavilhão Expositivo Domingos Soares Ferreira Penna – Rocinha, funciona de Quarta a Domingo, das 9h às 15h, com adequações conforme eventos institucionais.

Parque da Residência

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Residência oficial dos governadores do estado a partir de 1934, teve como primeiro morador Magalhães Barata. Mas o prédio já havia sido lar dos governadores Enéas Martins (1913-1917) e Lauro Sodré (1917-1921). O lugar que presenciou grandes decisões administrativas agora é a sede da Secretaria Executiva de Cultura (SECULT)do estado do Pará.Caminhando ao longo da Passagem das Icamiabas chega-se à Estação Gasômetro. Sua antiga estrutura de ferro pertenceu à Companhia de Gás do Pará. Mas desde 1997, abriga um teatro com 400 lugares e um espaço privilegiado para eventos diversos. O Anfiteatro também é uma boa opção para quem quer assistir peças de teatro ou apresentações musicais ao ar livre, ou ainda, simplesmente, sentar e aproveitar a paisagem.